|
No Domingo 28 de Março o Ministério de Teatro apresentou a peça “Um Amigo na cruz”, com um total de seis pessoas em cena. O texto passou de forma emocionante o que a amizade e companheirismo de Cristo é capaz de operar na vida do ser humano. Abordamos no enredo assuntos como o aborto espontâneo e dependência química, trazendo para o público os traumas que tais situações podem causar. Logo abaixo você pode ler testemunhos de componentes que participaram deste projeto.
Veja as fotos.
Testemunhos de participantes da peça “Um Amigo na Cruz”
Claudete (interpretou a personagem Célia)
O primeiro contato - Quando soube que faria a personagem Célia, e descobri qual o trauma que ela havia sofrido, não tive dimensão do tamanho do sofrimento que um aborto pode causar na vida de uma mulher. A preparação - Na composição do personagem, através das leituras feitas, comecei a perceber o quanto a perda de um filho pode ser dolorosa e traumatizante para uma mulher. Na conversa que tive com a irmã Roseli, e durante os ensaios diagnostiquei a dor, sofrimento e mudanças que abortos espontâneos podem causar nas famílias. Como a irmã Rose falou o nascimento ou a morte de uma criança é algo determinado por Deus, diferente de outras decisões que tomamos ter um filho é algo divino. O preparo espiritual - Durante as minhas orações, reflexões sobre o personagem e todo o preparo espiritual que tivemos, senti muita pressão, angustia e tristeza ao pensar nas mulheres que tem o sonho de serem mães e quando pensam que este sonho será realizado perdem o filho. Por diversas vezes chorei, imaginando a dor de uma mulher, que foi mãe durante a gestação e não pôde ter seu filho nos braços, como devem ser tristes as pessoas lhe perguntarem sobre o bebê. Penso no quanto deve ser difícil ver que enquanto tantas mulheres desprezam, maltratam, abandonam, e até matam seus filhos, você que deseja tanto não pode ter o seu. A apresentação - Na verdade, durante a apresentação achei que não consegui passar tudo que aprendi e refleti sobre o trauma do personagem, talvez pelo tempo. Mas, muitas pessoas disseram que se emocionaram, então acredito que a mensagem foi passada. Reflexão final - O que mais me marcou, foi pensar que toda a dor, tristeza e angústia deste mundo foram postas sobre JESUS na cruz, o tamanho da agonia que Ele sofreu é algo impossível de se imaginar. Saber que Ele fez tudo por amor a nós, não existe e jamais existirá um amigo tão fiel e tão amoroso quanto o Nosso Senhor.
Jean (interpretou o personagem Maciel)
Bem, depois que o Leo falou comigo que faria o papel de uma pessoa com câncer em fase terminal, pensei com meus neurônios: “O que Deus quer para minha vida?” Confesso que foi muito difícil pensar no que uma pessoa neste estado pensaria ou agiria. Nós, cristãos, na maioria das situações andamos para trás em nossa fé, mas interpretar a vida de Maciel foi uma experiência única que me fez acreditar que nosso Deus está vivo e vivendo no nosso lado. Agradeço a Deus por ter concedido esse privilégio do papel. Somos tão falhos e mesmo assim Deus tem um grande propósito em nossa vida, assim como Maciel agia devemos seguir o seu exemplo de luta e confiança, sempre demonstrando o amigo fiel e companheiro que tinha em nosso Senhor Jesus Cristo. A confiança que Maciel depositou em Cristo começou quando deixou que Ele fosse o Senhor de sua vida, não criticando nem questionando a vontade de Deus,... “apenas devo aceitar e buscar a perfeita vontade de Deus”... (Trecho da fala de Maciel) Foi difícil, mas Deus operou a sua vontade em minha vida para interpretação de Maciel, principalmente na parte que realizaria um solo, assim como diz o hino tudo entregarei... Assim entreguei nas mãos de Deus e pela minha surpresa tudo foi uma VERDADEIRA BENÇÃO. Assim como o AMIGO NA CRUZ peço que confiem a cada dia em Deus e mostrem aos outros o testemunho de luta e vitória que Cristo tem nos ajudado a enfrentar, que o sentimento de motivação e vida surja por mais um desafio. A palavra de Deus deve fazer parte de nossas histórias e cresçamos a cada dia pela honra e glória de nosso Deus.
|